Fragmento 6 - Escolhas
O que são as escolhas?
Será que sempre que fazemos uma, fazemo-la porque realmente é o que queremos, ou porque algo nos leva a isso?
Todos os acontecimentos das nossas vidas nos levam por caminho dúbios.
Caminhos que não sabemos onde vão dar, que influenciam as nossas vidas para sempre.
Caminhos que se cruzam com outros caminhos, outras vidas, outras pessoas, outros mundos, sensações, reacções.
Cada escolha feita pelos outros influencia a nossa, porque os actos impensados, ou até premeditados, ficam marcados nas nossas almas.
Levam-nos por vezes a ser quem não somos, a fugir de nós próprios, mesmo sem nos apercebermos disso. A vida toma um rumo, que é quase impossível de voltar atrás.
O esforço para recomeçar é demasiado grande e o comodismo do ser humano também, por isso continuamos a ser quem não somos e a viver uma vida que não é nossa, sem esperança de um dia sermos melhores, porque simplesmente deixamos de lutar.
Deviamos empurrar todas as escolhas dos outros, que nos fazem mal, nos magoam e nos deixam sem vida, sem alma, que nos mostram como a existência terrena pode ser dolorosa e por vezes insuportável, mas fabricamos um casulo em nossa volta, para deixar o mundo à porta, e nada mais nos poder magoar.
Mas a vida não pode ser só isso, há que quebrar essa concha que nos separa do que realmente é importante, a nossa felicidade, completa e sem dúvidas, sem questões menos próprias ou menos bonitas. Aceitar que realmente as nossas escolhas podem estar erradas e influenciadas e mudar, para melhor, ou para o pior que os outros possam imaginar, chocar, rir do mundo. Abrir a janela aberta e deixar a alma voar, para onde realmente ela quer estar.
Será que sempre que fazemos uma, fazemo-la porque realmente é o que queremos, ou porque algo nos leva a isso?
Todos os acontecimentos das nossas vidas nos levam por caminho dúbios.
Caminhos que não sabemos onde vão dar, que influenciam as nossas vidas para sempre.
Caminhos que se cruzam com outros caminhos, outras vidas, outras pessoas, outros mundos, sensações, reacções.
Cada escolha feita pelos outros influencia a nossa, porque os actos impensados, ou até premeditados, ficam marcados nas nossas almas.
Levam-nos por vezes a ser quem não somos, a fugir de nós próprios, mesmo sem nos apercebermos disso. A vida toma um rumo, que é quase impossível de voltar atrás.
O esforço para recomeçar é demasiado grande e o comodismo do ser humano também, por isso continuamos a ser quem não somos e a viver uma vida que não é nossa, sem esperança de um dia sermos melhores, porque simplesmente deixamos de lutar.
Deviamos empurrar todas as escolhas dos outros, que nos fazem mal, nos magoam e nos deixam sem vida, sem alma, que nos mostram como a existência terrena pode ser dolorosa e por vezes insuportável, mas fabricamos um casulo em nossa volta, para deixar o mundo à porta, e nada mais nos poder magoar.
Mas a vida não pode ser só isso, há que quebrar essa concha que nos separa do que realmente é importante, a nossa felicidade, completa e sem dúvidas, sem questões menos próprias ou menos bonitas. Aceitar que realmente as nossas escolhas podem estar erradas e influenciadas e mudar, para melhor, ou para o pior que os outros possam imaginar, chocar, rir do mundo. Abrir a janela aberta e deixar a alma voar, para onde realmente ela quer estar.
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